
Alan tem uma coleção de dados, que usa pra dar aulas: triangulares, fosforescentes, coisas do arco da velha. Brincando com ele, disse que ia doar o parzinho aposentado de dados eróticos que ganhei num passado longínquo. Depois lembrei do motivo principal que me fez desistir deles para sempre: um dos bichinhos era viciado. Um marcava 'o que' fazer, e funcionava normalmente. O outro, o que devia dizer 'onde', sempre caía na mesma opção exibicionista: "de porta aberta".
16 comentários:
meu deus... estou pateticamente acuado por uma crise de bobeira assoladora!! A primeira coisa que pensei ao ler seu post foi... hmmm... quer dizer que você tem *dado* em casa, né???
Tchau! vou-me embora antes que solte mais bobagens!!! Boa noite,
Freud explica... ou não.
;O)
Leonardo,
O trocadalho imbecil do título foi bem nessa direção, mesmo. Pra você ver, bobeira pega...
;.)
Renata,
Diante do fato de estar namorando à distância desde o começo do ano, e levando uma vidinha puxada e sem entremeios, é muito fácil explicar sim, nem precisa Freud.
Beijos, queridos.
Mariana,
Deixei uma "receitinha" de podcast prá vc no Indizível.
Beijo,
Heheheheh!
Cada vez gosto mais de vir aqui!!
Saio sempre de bom humor e rindo de tudo! De bem com a vida que pode ser leve, SIM!
Obrigada, Mariana!
Beijos!
Essa tá boa... Dado viciado 1 rum ...
e a história do Chapeuzinho veremelho hahahahahaha
tudibaum
moça, passa no meu modesto brógui
cheio de novidades
abraços
saudades
Leo: êêê, valeu!
;.)
Ana: me encabula não, fia... Mas obrigada pelo carinho!
Ticia: vou lá olhar.
Cheiro procês.
Dado erótico? Existe dessas coisas, é? Eu aprendo cada uma com Dona Mariana! E é muito safadinho esse dado viciado, hein? Fez muito bem em se livrar dele, antes que sua reputação se fosse pelos ares. Ou já foi?
Bjos sertanejos, 'cumade'! Sabe quem tá falando, não sabe?
Pare de me endoidar, cumpade!
Daqui a pouco vou achar que Tárcio é um heterônimo seu, ou vice-versa.
Beijo!
Cheguei aqui pelo blog da Renata. Depois dos dados estou curiosissima para conhecer o sitio todo.
Beijos,
Camille
Ué, Mariana... tá doidja, mulé?!?!?! Volta lá e leia o que eu escrevi logo abaixo do seu comentário.
Camille: afe, maria...
Leo: pois vou voltar lá!
Beijos.
Poxa, Mari, nada contra a porta aberta no dado viciado. O único problema é que fica repetitivo. :)
Tb nunca vi dados eróticos.
Sabe do que me lembrei? Daquele origami que a gente segurava com as duas mãos, cheio de coisinhas escritas. A pessoa escolhia uma das quatro faces que ficavam à vista e a gente perguntava para a pessoa "quantas vezes"? E ai ficava abrindo e fechando o tal treco até sair uma resposta.
Bj
Leo: a proposta é a mesma, ahahaha. Nunca mais fiz desses origamis interativos...
Mas namorar com a porta aberta não é a minha praia. Tensão corta o tesão. Imagina, a vizinha velhinha me flagrando. TOu fora!
;.)
Beijo.
ô, mari, entregasse os dadinhos, foi? e eu achava que um dia, quando me fosse útil, vc iria me emprestar =p
bem, agora eu mesa terei de comprar, hehehe
cheiro!
Dei não, Crau. Mas diz aí, o que é você tá querendo fazer de porta aberta, hein?
Beijo.
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