
Às vezes eu queria que existisse uma pílula, uma máquina, um ritual, uma forma qualquer de 'mudar de corpo' com as pessoas, de forma temporária ou definitiva. Aí eu ia pegar a carcacinha filé de certas amigas minhas - aquelas reclamonas sem motivo, lindas que se dizem feias, magras que se dizem gordas, perfeitas que se dizem defeituosas - e barbarizar pelo mundo por, pelo menos, um fim de semana. O perigo é eu não devolver mais depois, e elas se verem obrigadas a ser e estar Marianas pelo resto da vida!
7 comentários:
ah, seu eu fosse obrigada a ser vc, mari, meus complexos acabariam num piscar de olhos. mas posso me contentar em tentar ser como vc? acho q aí sumiriam metade das minhas reclamações, hehehe!
besitos. e obrigrada pelo puxão de orelha =)
Eu te amo, sua besta (carai, ó paí quanta simpatia).
PS - se for topar me avisa, eu tava combinando com Késia um jeito de fazer a troca, hehehehe.
Oh Mari! Vc está pensando exatamente como eu, mas eu não tive essa idéia genial de trocar de pele...será que alguém aceitaria meu corpo fortinho(rsrsr)??? tá foda ser fofa...
Beijos
Tita, quer trocar comigo? Aposto que tou bem mais... fortinha que você. E nem por isso deixo de ter meus fãs, ora essa! Cheiro.
Ahahahahahah!
Isso daria uma peça muito massa, a pessoa sair por aí trocando de corpo com as outras e de repente chegar e dizer: 'esse aqui eu não destroco, não'.
Se eu escrever vou dizer que a idéia foi tua (tem uns filmecos aí que exploram algo parecido, mas é mais complicado, conjunções planetárias, fadas madrinhas. Esta idéia sua, não: é chegou ali, combinou "quer trocar" "quero" "tá trocado, já já a gente destroca... ou não" eheheheheh.
Bjão
Bj
Oxe, pois então tá dado o mote! Hahahaha. Quero ver só. Cheiro, querido.
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