
Tou cada dia mais cara de pau, Deus do céu! Esqueci o livro-texto da aula de segunda feira trancado num armário da faculdade. O danado custa mais de R$ 50 e eu não tinha nem a quem pedir, nem pra que comprar uma duplicata. Resultado: botei o caderninho embaixo do braço e rumei pra Livraria Cultura, onde sentei calmamente num sofazinho por cerca de uma hora, preparei minha apresentação e ainda cumprimentei amigos e vendedores.
Ê vida. Hehehe!
*A foto acima foi tirada durante o lançamento do meu livro, lá na mesma livraria. Praticamente minha casa!
14 comentários:
Menina, tu é demais! doutoranda é pra se arrombar! tem um livro publicado! e não é "qualquer livro" é uma fonte de pesquisa, útil! Sou obrigado a repetir que Muito me honra a sua visita no Mandra Brasa, que em breve também virará livro (este, inútil)! :P
Não deixa de me avisar do lançamento. Ao contrário do que você diz, rir é algo muito útil. E você me faz um bem imenso, sabia? Beijão.
Ah, isso não é ter cara de pau não... é ter espírito de sobrevivência. Mais bonitinho, né? Adoro seu blog. Bj.
Ei menina, parabéns por mais essa. nem sabia que eras tão famosa autora de livro e sobre os um dos nossos folguedos populares.
Adoro Mestre Salu e Maciel. Não conheci o pai dele.
Tu sabes que Mestre Salu sempre é mestre de cerimônias do palco de cultura popular do Festival de inverno de Garanhuns(FIG).E esse ano foi ele quem abriu o FIG e teve convidados pessoas ilustres como Lia de Itamaracá, Selma do coco, orquestra da Bomba do Hemetério, essa estreante nos palcos garanhuenses, mas tocou duas vezes; uma na abertura e outra no parque Ruber Vander Linden.
Parabéns pelo livro. Na próxima ida à cultura vou filá-lo.
Um abraço
menina, que nada! isso que tu fizeste é a coisa mais normal do mundo naquela livraria. mas não é a mesma coisa da livro 7, lá na sete de setembro, lembra? meu pai ia pro centro e despejava eu e minha irmã lá. eu devia ter uns 8 anos. a gente se esbaldava, lia, brincava com os outros pirralhos, e morria de raiava quando meu pai aparecia para nos levar embora. eita, época boa!
cheirooo, minha ídola! hehehehe
Na verdade tu prestigiaste a livraria!
:)
Não sabia desse livro, Mari!
(To ultraporfora de um monte de coisas importantes... paciência)
Beleza!!!!! Parabéns!!!!!
Beijo pra tuuuuuuuuu
Mari,
quero o seu livro. Tentei comprar na Cultura, mas n tem mais... o que faço para conseguir, em ? Ah, saudade grande de vc, viu ?
Beijos, Martinha Maranhão.
ELIS: obrigada pela visita, adorei seu blogue!
CIDA: Famosa uma gota! Faz mais de dez anos que não vou a Garanhuns...Chuinf.
CLAUDINHA: eu adora fazer isso também. E é bom: forma o hábito da leitura. Mas minha avó me largava na Imperatriz.
ANA: oxe! Coisa nenhuma. Mas foi uma experiencia legal, hehehe.
FELIPE E MARTINHA: Infelizmente o livro esgotou; se e quando sair uma nova edição, avisarei a vocês.
Beijão pra todos!
pergunta pro teu amigo Xon o que aconteceu quando tentamos copiar uma receita, na Cultura aqui de porto alegre. a garota arde no inferno até agora, pois todos os dias renovamos nossos votos de que ela engasgue com as páginas daquele livro.
e putz, a receita era boazinha.
te linkei no meu blog. :)
Que horror! Pois eu fiquei mais de hora lá e ninguém me incomodou. Mas não vou repetir a dose...
Beijo!!!
*
é que vc tem cara de boazinha.
eu, de trombadinha.
mas não me deixo esmorecer fácil.
continuo copiando o que quero na surdina.
*
Vc é um gentleman com cara de trombadinha, e eu uma marginal com cara de boazinha... Ahahahaha.
Mas o que valeu mesmo é que eu escolhi bem o lugar onde me escondi pra fazer isso. Não dei na vista, né? Planejei o crime!
Beijão!!!
Na Livro 7 era assim, você não lembra? Burrice deles empombarem com isso. Quanto mais o cliente fica à vontade, mais consome!
Beijo, saudade de tu.
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