quarta-feira, janeiro 11, 2006

Ah, o amor...


Eu sempre achei ela linda. Mas de uns tempos pra cá, Thais está luminosa.
Eu sempre achei ele alegre. Mas de uns tempos pra cá, Tomé está radiante.
Coisa boa que é achar a tampa da panela da gente, não? Mesmo que a panela cozinhe bem destampada, mesmo que o amor seja só um quê a mais que é aquele quê a mais que faz a vida da gente valer a pena! Porque Thais já era bonita, e Tomé já era feliz. Mas o que eu vejo nos olhos deles é uma plenitude que transborda em qualquer foto, em qualquer lugar - coisa serena que dá vontade de sair dançando, alvoroço que aconchega e enternece quem vê.

2 comentários:

Thais Façanha disse...

Linda, luminosa, bonita... Além do amor, tinha os truques da maquiagem!!!! Maricota, amiga querida, como pode em tão pouco tempo fazermos parte uns da vida dos outros, não é? Com certeza, conhecê-la foi um dos melhores acontecimentos de 2005, porque é uma daquelas amizades que vão ficar para sempre... Ainda mais nós duas: esboço e cloninha! Já começo a lamentar o seu retorno para o famigerado Recife, mas eixo o egoísmo de lado por saber que ao teu coração faz falta. TE AMO, AMIGA! Valeu por tudo.

Mariana Mesquita disse...

Thatá, não tem maquiagem que bote esse brilho nos olhos da gente. E a sua luz é própria, minha linda, vem do seu coração que é grande e quente. Beleza de casca é fácil e efêmera. Quando eu digo que você é bonita, é numa dimensão muito maior, e você sabe.
Não fale mal do meu Recife: lá, como aqui, eu tenho pessoas que me amam; e lá, como aqui, coisas e lugares que me fazem feliz. Minha raiz e minha história foram construídas lá e é por isso que sinto tanta falta. Mas essa temporada no Rio, que me fez sofrer e aprender tanto, mas que também me deu tanta alegria, me mostrou que eu sou mais 'portátil' do que imaginava. Levo muito comigo, e pode ter certeza, não vou esquecer desses tempos. Nem de você. Nem desse Tomé maluco que me telefonou ontem, na hora em que eu estava no supermercado, falando doce como eu sei que ele é mas eu nunca tinha visto, feliz como nunca, e concordando em gênero, número e grau com o poder e a dimensão do amor. Ah, o amor...
;.)