Acima, a entrada da minha casa. Não dá pra ver porque não tenho ângulo pra fotografar, mas à esquerda ficam as portas da cozinha, logo que abro a casa, e em seguida a do banheiro. A cozinha é tão mínima que mal dá uma pessoa em pé dentro, logo, a geladeira fica na sala, como vocês podem ver. Esse quadro do corredor foi meu primo Pepê quem me deu de presente.
Esta é minha cama. Não se enganem: é mínima, mas se abre e multiplica e dá lugar para até três pessoas dormirem superconfortavelmente. Atentem para as caixinhas porta-cd que trouxe de Recife. Aquele 'troço' colorido à direita é um origami de borboletas "brancas, azuis, amarelas e pretas" que Eva fez pra mim.
Talismã 1: ursinho que Virgínia me deu de presente.
Outra visão do quarto-sala: minha cama, geladeira, tv e som. Ao fundo, armário com uma fantasia de carnaval no topo. Eitcha!!!
Meu computador, onde estou escrevendo. Este espelho vermelho lindo-lindo, com moldura de rosas, foi presente de Bettina. Um luxo!, me sinto a dona do cabaré.
Mais à esquerda, estante com um mínimo de livros e minha coleção de tatus.
Mais talismãs: bruxinha que tia Cristina deu, gordinha que pertenceu a Antonio Carlos e, abaixo, minha boneca Emília, que está comigo desde que tenho cinco anos e cuja história merece ser contada, qualquer dia desses...
Os livros são poucos, não pude trazer muita coisa. A maioria está encaixotada, em Recife, junto com móveis e outros cacarecos.
Minha imprescindível máquina de lavar quase toma o banheiro inteiro! Trouxe de Recife, junto com a geladeira. Tive que comprar transformador, uó. O varal é suspenso, armado dentro do box do chuveiro. Na porta, não dá pra ver, mas tem uma tábua de passar pendurada.
Detalhe da minha pia, com a cortininha de banheiro de florzinhas ao fundo. Andei que só pelo Saara, até achar uma que gostasse! Em cima da pia, vocês não vêem, mas tem uma saboneteira em forma de sapo. Ô, mulher brega. E minha colônia Johnson de que gosto tanto.
Minha cozinha, minúscula e interditada. Em cima do meu saudoso fogãozinho bege, o forninho elétrico que minha amiga Ticia emprestou. Aí não cabe nem pensamento, a gente entra de banda no cubículo! Abaixo, só na vontade: porta-temperinhos que comprei, pensando que poderia cozinhar. O gás continua cortado, só em janeiro deve acabar a obra.















Sou do Recife com orgulho e com saudade / 





















