
Hoje Antonio fez quatro meses de nascido.
Hoje fez seis anos que minha mãe morreu.
Passei o dia inteiro com a sensação agridoce de que a vida escorre pelos dedos da gente - e não se consegue reter o que se vai, nem deter o que virá.
Como essa ausência faz falta!, mas olhando pra Luiza e Antonio, o processo dói mas faz sentido. E é bonito ver mamãe renascendo tão nitidamente nessas duas criaturas que não conheceram aquela que seria a avó favorita de ambos, mas que trazem um pouco dela nas células e no jeito de ser e estar no mundo...
2 comentários:
maricota,
que preciosidade é o antônio! como ele está grande, lindão! parabéns, querida!
beijo, maria
Mari, perceber a renovação das gerações me dá uma sensação bem concreta de estar passando pelo mundo, deixando registros, compartilhando histórias, enfim...
Estar próxima e vivenciar este processop tem detido muito de minha atenção.
Luíza e Antônio tem cara de Cunha e Nascimento, e como isto ganha sentido de fato, do jeitinho como você escreveu e eu só li agora.
Beijão, minha prima. E parabéns atrasado pelo dia das mães! Lembrei-me bastante de você neste dia, pela mãe intensa que você tem se revelado.
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