Deixo aqui uma flor para Florilton, que eu só conheci de fama, por ser amigo de tantos amigos - e como reza a lei da matemática, quem gosta de quem eu gosto, merece o meu gostar. Sei que era engraçado, competente e um ótimo jornalista. Vinha torcendo por ele desde que soube estava internado num hospital, após voltar da África debilitado, depois de uma viagem de safári antropológico que ele, fã de Pierre Verger, resolveu fazer. Ouvi os boatos mais loucos, de que pegou uma doença tropical fulminante, que estava na quarentena. Ouvi que já vinha com os pulmões meio ruins e o clima lá foi fatal. Não sei, não quero saber.
Me impressiona que tenha partido justamente ontem, dia de Iemanjá. Espero que como Verger ele tenha renascido no Ifá, que tenha encontrado algo de belo e importante nesta viagem. Que leve com ele o carinho de muita gente que o amava. Que leve a minha rosa branca e a minha promessa de que se existirem outras vidas, e a gente um dia se cruzar, não vou perder a chance de me fazer sua amiga.
6 comentários:
Olá Mariana,
Acabei de receber um presente de um amigo de SP,( João, Manoel, Maciel Salustiano) que chegou até seu blog e até seu livro recente de modo enviesado por mim.... e estou muito curioso para andar de capa a capa conduzido por você.
Um abraço sertanejo-pernambucano.
Fá, "Fatumbi" (renascido no Ifá) era o nome religioso que Verger recebeu no Daomé, quando foi iniciado como babalaô na arte adivinhatória (Ifá). Beijo pra você, querida!
Olá, Raimundo! Que prazer tê-lo aqui... Me dá o roteiro desse presente, quem esteve no meu blogue, quem comprou meu livro, como foi isso? Espero que goste do meu 'filho', me dê retorno, viu? Beijo.
Olá Mariana,
Estou aqui agarrado com teu/nosso livro (agora já é de todos, né?)... espero que meu mentor entre em contato com vc, ele é... tímido...; obrigado por incluir meu blog entre seus indicados. Um abraço sertanejo.
Um abraço, Raimundo, não deixe de aparecer! Continuo curiosa a respeito do seu 'mentor', mas é a vida... Apareça, apareça, amigo!
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